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prazer, Audrey Migliani.

• mãe da Rebeca • arquiteta PhD • pesquisadora das infâncias •
 

Minha missão é acompanhar famílias na transformação de suas
casas reais em casas preparadas - com mais autonomia,

segurança e pertencimento -  para suas crianças.

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onde tudo começou?!

Minha relação com as infâncias começou antes mesmo da arquitetura.

Quando criança, eu brincava de “escolinha” - talvez pela influência da minha mãe, pedagoga; talvez por algo que já estava ali, na minha essência: o desejo de observar, acompanhar, cuidar.                                     

O interesse genuíno pelos primeiros anos da vida de um ser humano...

Mais tarde, observando o edifício onde cursava meu ensino médio pensei: porque as escolas são tão parecidas com presídios?!

A arquitetura me deu uma resposta, e, com ela, uma inquietação.

Compreendi que os espaços não são neutros:
eles facilitam, limitam ou ampliam a vida cotidiana.

Foi então que eu comecei a pesquisa e entender  que nenhum espaço é neutros — eles facilitam, limitam ou ampliam a vida cotidiana. 

OS AMBIENTES SE COMUNICAM CONOSCO.                                            

O TEMPO TODO!!!!                                                                                         
 

Anos mais tarde, ainda na graduação em arquitetura, pesquisando edifícios escolares "respeitosos", conheci as pedagogias participativas como as de Maria Montessori e Loris Malaguzzi.

E tudo mudou em mim: é possível ofertar ambientes que comuniquem    mensagens positivas; e como isso muda tudo!!!                                           

quando a teoria virou prática

Se você é mãe, você sabe o quanto a maternidade mexe com diversas dimensões da nossa vida, por aqui foi assim também...

Em 2017, com a chegada da minha filha, Rebeca, TUDO ganhou outra dimensão:
 

Preparar a casa para recebê-la não foi apenas uma tarefa funcional.    

 

Eu havia terminado meu mestrado e aproveitei minha rotina de estudos/pesquisas para me dedicar intensamente ao estudo da filosofia montessoriana porque eu desejava, do fundo de minha alma, que "minha" casa fosse a "nossa" casa.
Começamos, então, a construção do primeiro mundo que ela habitaria
Foi ali que compreendi, de forma concreta:

 

a infância não acontece em um único espaço: ela merece a casa inteira.            ​​​

o nascimento do método
CASA PREPARADA

Em 2018, nasce o Ambiente Preparado.

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Um projeto que dialoga com o pensamento montessoriano,
mas que se estrutura a partir da casa real, vivida, imperfeita e em constante transformação.

O meu método parte de três princípios tão simples quanto transformadores:

 

​​​​​​​ toda criança merece uma casa  preparada para ela                            

• a casa da criança vai muito além do quarto dela                                  

• casa preparada é gerúndio: está sempre se transformando           

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Desde então, venho desenvolvendo uma metodologia que une pesquisa acadêmica, prática profissional e experiência cotidiana enquanto mãe da Rebeca.

 

​Em 2025, concluí meu doutorado investigando "a casa como lugar da criança", consolidando um pensamento que hoje orienta cada projeto, cada orientação e cada conteúdo que compartilho.

 

Foi a somatória dessas camadas que
estruturou o meu método:
"
Casa Preparada" para pensar 
espaços domésticos

acolhedores;
inclusivos; e
respeitosos às infâncias.

o que eu faço

Transformo casas reais em casas preparadas para a infância.

Não a partir de grandes reformas,
mas a partir de escuta, leitura e escolhas conscientes.

Acompanho famílias na [re]organização dos ambientes de suas casas para que a casa se torne:                                                                             

 

– mais acessível
– mais segura
– mais inclusiva
– mais favorável ao desenvolvimento da criança

 

Cada casa é única.
Cada criança também.

Por isso, não trabalho com soluções prontas, e sim com processos.

por quê eu faço

Na minha infância vivi algo que me marcou: 

Quando eu tinha seis anos, meu pai me chamou até o banheiro em reforma e pediu que eu ficasse em frente à pia. 

Com isso, ele queria garantir que eu conseguisse usá-la sozinha.

Ele poderia ter colocado um banco.

Mas escolheu ajustar o espaço.

Adaptar o banheiro para mim: a integrante mais nova da família.

Naquele momento, eu ainda não sabia nomear o que senti.

Hoje eu sei: pertencimento.

 

"Foi ali que aprendi a reconhecer

os espaços que não me acolhiam, e que

eu não precisava me ajustar para caber neles".

                         

Hoje, é isso que eu faço:

projeto casas que comunicam à criança
este lugar é seu também”.

Minha metodologia se sustenta na escuta da criança e na construção de ambientes que favorecem sua autonomia, seu ritmo e sua expressão. Ela dialoga com pensamentos de autores como Paulo Freire, Maria Montessori, Loris Malaguzzi, Emmi Pikler e Donald Winnicott, mas, sobretudo, se constrói na vida real…

em que eu acredito

  • Acredito que a infância é potência.

  • Acredito que a criança não deve se adaptar à casa, mas a casa que deve se preparar para ela.

  • Acredito que uma casa preparada fortalece autonomia, autoconhecimento e autoestima.

  • Acredito que a casa da criança deve ser ninho, ateliê e ferramenta que facilita a vida da criança.

  • Acredito que cuidar dos espaços da infância é comunicar à criança que ela importa.

  • E acredito que preparar a casa é um ato político.

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minha motivação

Faço porque sei que pequenos gestos constroem memórias para a vida inteira.

Faço porque preparar a casa é também construir vínculo com a criança.

Faço porque cada ambiente pode apoiar — ou dificultar — o desenvolvimento de uma criança.

Faço porque vejo na casa preparada, não a única, mas uma linda forma de materializar o amor que sentimos por nossas crianças.

E faço porque acredito que transformar casas
é também uma forma de transformar o mundo.

Uma infância de cada vez.                                           

meu convite para você

A casa da sua criança não precisa esperar:

podemos começar hoje com o que você já tem 
e transformar, juntas, o cotidiano da sua família.

 

                        VAMOS CONVERSAR?                           

Quero te acompanhar nessa missão!!!

🩶

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• casa • infância• afeto • cotidiano • habitar • presença • escuta • inclusão •

ARQUITETURA DE INTERIORES PARA FAMÍLIAS COM CRIANÇAS

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